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	<title>Arquivos IRRF - ALS Advogados</title>
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	<title>Arquivos IRRF - ALS Advogados</title>
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	<item>
		<title>STJ: 1ª Turma suspende julgamento sobre a incidência do IRRF sobre remessas ao exterior decorrentes de contratos de prestação de assistência e de serviços técnicos</title>
		<link>https://alsadv.com.br/blog/stj-1a-turma-suspende-julgamento-sobre-a-incidencia-do-irrf-sobre-remessas-ao-exterior-decorrentes-de-contratos-de-prestacao-de-assistencia-e-de-servicos-tecnicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ALS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 17:58:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos Tributários]]></category>
		<category><![CDATA[IRRF]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
		<category><![CDATA[STJ: 1ª Turma suspende julgamento sobre a incidência do IRRF sobre remessas ao exterior decorrentes de contratos de prestação de assistência e de serviços técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>REsp nº 1753262 – FAZENDA NACIONAL x MOTOROLA MOBILITY COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS LTDA – Relator: Min. Benedito Gonçalves Tema: incidência do IRRF sobre remessas ao exterior decorrentes de contratos de prestação de assistência e de serviços técnicos. Pedido de vista da Ministra Regina Helena Costa suspendeu o julgamento sobre a incidência do IRRF sobre [&#8230;]</p>
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									<p><strong>REsp nº 1753262 – FAZENDA NACIONAL x MOTOROLA MOBILITY COMÉRCIO DE PRODUTOS ELETRÔNICOS LTDA – Relator: Min. Benedito Gonçalves</strong></p><p><strong>Tema</strong>: <strong>incidência do IRRF sobre remessas ao exterior decorrentes de contratos de prestação de assistência e de serviços técnicos.</strong></p><p>Pedido de vista da Ministra Regina Helena Costa suspendeu o julgamento sobre a incidência do IRRF sobre remessas ao exterior decorrentes de contratos de prestação de serviços sem transferência de tecnologia, prestados por empresas do mesmo grupo econômico, localizadas em países como a China, Alemanha e Argentina, que possuem Tratados com o Brasil visando afastar a dupla tributação.</p><p>Na sessão desta terça-feira, 22/08, o relator, Ministro Benedito Gonçalves, afirmou que os valores remetidos ao exterior a título de serviços técnicos ou assistência técnica prestados sem transferência de tecnologia sujeitam-se, em princípio, ao IRRF, nos termos do art. 685, inciso II, alínea a do Decreto 3.000/99 (RIR) e art. 2-A da Lei 10.168/2000. Todavia, existindo convenção entre os estados envolvidos para evitar dupla tributação deve ser observada suas disposições, conforme se depreende do art. 98 do CTN.</p><p>Nesse sentido, tendo em vista que, no caso dos autos, as convenções firmadas pelo Brasil com Alemanha, Argentina e China, cada qual ao seu modo, estabelecem no protocolo adicional, em essência, que os rendimentos provenientes das prestações de assistência técnica e serviços técnicos possuem o mesmo tratamento jurídico dos royalties, há incidência do IRRF, assim como defende a Fazenda Nacional.</p><p>Logo após, o julgamento foi suspenso em razão do pedido de vista da Ministra Regina Helena Costa.</p>								</div>
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		<title>STJ: 1ª Seção discute se entidade imune deve recolher o IRRF sobre remessa de juros ao exterior.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 16:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos Tributários]]></category>
		<category><![CDATA[1ª Seção discute se entidade imune deve recolher o IRRF sobre remessa de juros ao exterior]]></category>
		<category><![CDATA[IRRF]]></category>
		<category><![CDATA[stj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>EREsp nº 1480918 – RS – SOCIEDADE VICENTE PALLOTTI x FAZENDA NACIONAL – Relatora: Min. Regina Helena Costa Tema: Saber se as entidades beneficentes devem recolher o IRRF em remessas de juros ao exterior. Pedido de vista do Ministro Mauro Campbell suspendeu o julgamento perante a Primeira Seção do STJ a respeito da incidência de [&#8230;]</p>
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									<p><strong>EREsp nº 1480918 – RS – SOCIEDADE VICENTE PALLOTTI x FAZENDA NACIONAL – Relatora: Min. Regina Helena Costa</strong></p><p><strong>Tema: Saber se as entidades beneficentes devem recolher o IRRF em remessas de juros ao exterior.</strong></p><p>Pedido de vista do Ministro Mauro Campbell suspendeu o julgamento perante a Primeira Seção do STJ a respeito da incidência de IRRF sobre as remessas de juros ao exterior devidos em razão da compra de bens por entidades beneficentes imunes a impostos. Até o momento, há dois votos favoráveis à Fazenda Nacional.</p><p>No caso em julgamento, deve ser definido se a entidade assistencial imune é considerada contribuinte ou responsável por substituição ou fonte retentora em relação ao IR sobre juros remetidos ao exterior em contraprestação a terceiro pela aquisição de máquinas importadas a prazo, na forma do artigo 11 do Decreto 401/68.</p><p>O julgamento foi iniciado em agosto de 2022, ocasião em que a relatora, Ministra Regina Helena Costa, se manifestou de forma favorável à Fazenda Nacional, no sentido de que a entidade beneficente, que remete valores ao exterior (art. 11 do Decreto 401/68), figura como mero agente de retenção do Imposto de Renda. Portanto, no caso, os valores que aufere o vendedor, empresa que comercializa os bens adquiridos pela entidade imune, não podem ser alcançados pela imunidade apenas em razão da existência de uma regra acessória de retenção de valores.</p><p>Na sessão realizada nesta quarta-feira, dia 14/12, o Ministro Herman Benjamin proferiu voto vista acompanhando a relatora quanto à conclusão, mas ao fundamento de que o remetente dos juros é sujeito passivo responsável por substituição (arts. 121, parágrafo único, I, e 128 do CTN), pois está vinculado à situação que corresponde ao fato gerador do tributo.</p><p>Para o Ministro, “mero agente de retenção” seria sujeito complemente estranho à relação jurídica tributária, o que não ocorre no caso, segundo ele. Ademais, a circunstância de o contribuinte natural do imposto de renda residir no exterior justifica com maior razão a compreensão de que a fonte pagadora é responsável tributário por substituição, na medida em que eventual descumprimento da obrigação tributária pelo responsável tornaria inviável a recuperação do crédito tributário em relação ao contribuinte (beneficiário residente no exterior).</p><p>Assim, o Ministro conclui que a imunidade da entidade beneficente não a exonera do dever de, na condição de responsável por substituição, reter o imposto de renda sobre os juros remetidos ao exterior.</p><p>Logo após, o julgamento foi suspenso em razão do pedido de vista do Ministro Mauro Campbell.</p><p><strong>AR 6015 – FAZENDA NACIONAL x SINDICATO DAS EMPRESAS DE COMÉRCIO EXTERIOR DE SANTA CATARINA – Relator: Min. Gurgel de Faria</strong></p><p><strong>Tema: Ação rescisória para desconstituir ação coletiva quando houver mudança de jurisprudência.</strong></p><p>A Primeira Seção do STJ, em ação rescisória que visa a desconstituir ação coletiva em razão da mudança de jurisprudência, concedeu tutela de urgência em favor da Fazenda Nacional e determinou a suspensão de todos os procedimentos de cumprimento do título rescindendo.</p><p>Por meio da ação analisada a União defende a possibilidade de propositura de ação rescisória contra decisão favorável proferida em ação coletiva, ajuizada pelos sindicados em nome das empresas do setor, quando houver mudança de jurisprudência.</p><p>O julgamento foi iniciado em 2021 e, até o momento, possui três votos e aguarda o voto vista do Ministro Herman Benjamin. Para os Ministros Gurgel de Faria (relator) e Francisco Falcão, é possível a utilização de ação rescisória com o fim de desconstituir ações coletivas, afastando nesses casos a aplicação da Súmula n. 343 do STF, que afirma que a ação rescisória não poderá ser utilizada quando a decisão que se pretende modificar estiver baseada em uma lei com interpretação divergente nos tribunais; Já para o Ministro Mauro Campbell, que inaugurou divergência, não é possível, nesses casos, afastar a Súmula n. 343 do STF.</p><p>Nesta quarta-feira, dia 14/12, a Seção apenas analisou o pedido de tutela de urgência da Fazenda Nacional e, por maioria, prevaleceu o entendimento do relator, Ministro Gurgel de Faria, no sentido de que probabilidade do direito encontra-se evidenciada, sobretudo levando em consideração a pendência da finalização do julgamento perante o STF dos Temas 881 e 885, em que a maioria dos votos já proferidos permite que se revise a questão do conhecimento da ação rescisória nos casos em que a decisão transitada em julgado envolva relação jurídica tributária de trato sucessivo e está em desconformidade com o precedente obrigatório firmado em momento posterior à coisa julgada.</p><p>Ademais, o relator afirmou que a tese jurídica que se mostra prevalecente até o momento no STF é de que a natureza vinculante reconhecida aos julgados proferidos sobre o sistema de repercussão geral possibilita a alteração do estado de direito, situação que autoriza a flexibilização da coisa julgada de acordo com a cláusula rebus sic stantibus, em que a superveniente alteração dos pressupostos fáticos e jurídicos adotados determina a imediata cessação da eficácia executiva do julgado. Nesse contexto, a modificação do status quo tem efeitos imediatos, tornando, inclusive, desnecessária até mesmo a propositura da ação rescisória ou ação revisional.</p><p>Já quanto ao perigo de dano, por se tratar de uma ação rescisória de acordão transitado em julgado em ação coletiva, a possibilidade do seu cumprimento pode trazer graves impactos aos cofres públicos, ante a dificuldade prática operacional de reverter decisões judiciais e administrativas, podendo atingir um número indeterminado de beneficiados.</p><p>Nesses termos, deferiu o pedido de tutela de urgência para determinar a suspensão de todos os procedimentos de cumprimento do título rescindendo até o julgamento do mérito da ação rescisória. O mesmo entendimento foi seguido pelos Ministros Herman Benjamin, Benedito Gonçalves e Assusete Magalhães.</p><p>Restaram vencidos os Ministros Mauro Campbell e Regina Helena Costa, que se manifestaram pela ausência dos requisitos autorizadores da tutela de urgência.</p>								</div>
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		<title>STF decide que incide IRRF e CSLL sobre os rendimentos auferidos em aplicações financeiras das entidades fechadas de previdência complementar.</title>
		<link>https://alsadv.com.br/blog/stf-decide-que-incide-irrf-e-csll-sobre-os-rendimentos-auferidos-em-aplicacoes-financeiras-das-entidades-fechadas-de-previdencia-complementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[renan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 17:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos Tributários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RE 612686 – ABRAPP x UNIÃO – Relator: Min. Dias Toffoli Tema: Incidência do IRRF e da CSLL sobre os rendimentos auferidos em aplicações financeiras das entidades fechadas de previdência complementar. O Plenário do STF declarou a constitucionalidade da cobrança do imposto de renda retido na fonte (IRRF) e da contribuição social sobre o lucro líquido [&#8230;]</p>
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									<p><strong>RE 612686 – ABRAPP x UNIÃO – Relator: Min. Dias Toffoli</strong></p><p><strong>Tema: Incidência do IRRF e da CSLL sobre os rendimentos auferidos em aplicações financeiras das entidades fechadas de previdência complementar.</strong></p><p>O Plenário do STF declarou a constitucionalidade da cobrança do imposto de renda retido na fonte (IRRF) e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) sobre os rendimentos auferidos pelas entidades fechadas de previdência complementar não imunes.</p><p>Os Ministros acompanharam o voto do relator, Ministro Dias Toffoli, no sentido de que, embora as entidades fechadas de previdência privada não tenham fins lucrativos e que, contabilmente, elas apuram resultados superavit (positivo) ou deficitários (negativo) – e não lucro ou prejuízo no exercício financeiro -, isso não significa que elas não possam estar sujeitas ao IR ou à CSLL.</p><p>Segundo o relator, é possível que a entidade, mesmo que impossibilitada de distribuir lucros, aufira resultados positivos bem como outros acréscimos patrimoniais (lucro, renda ou proventos de qualquer natureza), aspectos materiais do IR e da CSLL. Ademais, afirmou que as regras contáveis não subordinam a tributação e, portanto, o superavit da entidade indica os seus resultados positivos auferidos.</p><p>Nesse contexto, afirmou que as rendas em razão de aplicações financeiras, como os resultados positivos auferidos pelas entidades fechadas de previdência complementar, se enquadram no que se entende por renda, lucro ou acréscimo patrimonial, sendo devida a incidência de IR e CSLL sobre tais valores.</p><p>Por unanimidade, o Plenário do STF fixou a tese de que “<em>é constitucional a cobrança, em face das entidades fechadas de previdência complementar não imunes, do IRRF e da CSLL</em>”, sem modulação de efeitos.<br /><br /></p><p><strong>ADI 6828 – PGR – Relator: Min. André Mendonça</strong></p><p><strong>Tema: Inconstitucionalidade da instituição de ITCMD quando o de cujus possuía bens, era residente ou domiciliado ou teve seu inventário processado no exterior. </strong></p><p>O Plenário do STF declarou a inconstitucionalidade da legislação do Estado de Alagoas que instituiu a cobrança do ITCMD sobre doações e heranças de residentes ou domiciliados no exterior.</p><p>Os Ministros aplicaram ao caso o entendimento firmado no RE 851.108, julgado sob o rito da repercussão geral, de que é vedado aos Estados e ao Distrito Federal, sem a edição de lei complementar, instituírem o ITCMD quando o falecido ou o doador possuía bens, era residente ou domiciliado ou teve seu inventário processado no exterior.</p><p>Inclusive, o STF, por meio da ADO nº 67, declarou a existência de omissão inconstitucional por parte do Congresso Nacional no que toca à edição da mencionada lei complementar (art. 155, § 1º, inc. III, da CF), estabelecendo o prazo de 12 meses, a contar do dia 09/06/2022, para a sua edição. Entretanto, conforme já destacamos em <a href="https://alsadv.com.br/blog/stf-estipula-prazo-de-12-meses-que-seja-editada-lei-complementar-regulando-o-itcmd-sobre-doacoes-e-herancas-recebidas-do-exterior/">Julgamentos Tributários – 06/06/2002</a>,  diante a jurisprudência atual do STF, caso o Congresso não legisle no prazo estabelecido, duas situações poderão ocorrer: (i) sem Lei Complementar sobre o Tema os Estados continuarão proibidos de cobrar o ITCMD se o doador tiver domicílio ou residente no exterior; ou (ii) o próprio STF irá legislar sobre o assunto até que sobrevenha Lei emanada do Congresso Nacional.</p><p>No caso concreto, o STF declarou a inconstitucionalidade do Decreto alagoano que trata sobre o tema e modulou os efeitos da decisão, cuja a produção deve se dar a partir da publicação do acórdão do RE nº 851.108-RG/SP, em 20/04/2021, ressalvando as ações judiciais pendentes de conclusão até o mesmo momento, nas quais se discuta: (i) a qual estado o contribuinte deve efetuar o pagamento do ITCMD, considerando a ocorrência de bitributação; e (ii) a validade da cobrança desse imposto, não tendo sido pago anteriormente .</p>								</div>
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		</section>
				</div>
		<p>O post <a href="https://alsadv.com.br/blog/stf-decide-que-incide-irrf-e-csll-sobre-os-rendimentos-auferidos-em-aplicacoes-financeiras-das-entidades-fechadas-de-previdencia-complementar/">STF decide que incide IRRF e CSLL sobre os rendimentos auferidos em aplicações financeiras das entidades fechadas de previdência complementar.</a> apareceu primeiro em <a href="https://alsadv.com.br">ALS Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>STF analisa se há repercussão geral no tema sobre a exclusão do IRRF e das contribuições do empregado da base de cálculo da contribuição previdenciária.</title>
		<link>https://alsadv.com.br/blog/stf-analisa-se-ha-repercussao-geral-no-tema-sobre-a-exclusao-do-irrf-e-das-contribuicoes-do-empregado-da-base-de-calculo-da-contribuicao-previdenciaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[renan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 14:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julgamentos Tributários]]></category>
		<category><![CDATA[contribuição previdenciária.]]></category>
		<category><![CDATA[IRRF]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ARE 1376970 – CLÍNICA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DE LONDRINA LTDA x UNIÃO – Relator: Min. Luiz Fux Tema: possibilidade de excluir os valores relativos ao imposto de renda de pessoa física e à contribuição previdenciária do empregado e trabalhador avulso, retidos na fonte pelo empregador, da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://alsadv.com.br/blog/stf-analisa-se-ha-repercussao-geral-no-tema-sobre-a-exclusao-do-irrf-e-das-contribuicoes-do-empregado-da-base-de-calculo-da-contribuicao-previdenciaria/">STF analisa se há repercussão geral no tema sobre a exclusão do IRRF e das contribuições do empregado da base de cálculo da contribuição previdenciária.</a> apareceu primeiro em <a href="https://alsadv.com.br">ALS Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1218" class="elementor elementor-1218" data-elementor-settings="{&quot;ha_cmc_init_switcher&quot;:&quot;no&quot;}" data-elementor-post-type="post">
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									<p><strong>ARE 1376970 – CLÍNICA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA DE LONDRINA LTDA x UNIÃO – Relator: Min. Luiz Fux</strong></p>
<p><strong style="font-style: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">Tema: possibilidade de excluir os valores relativos ao imposto de renda de pessoa física e à contribuição previdenciária do empregado e trabalhador avulso, retidos na fonte pelo empregador, da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal e das destinadas ao SAT/RAT e a terceiros – Tema 1221</strong></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">O Supremo Tribunal Federal iniciou a análise de repercussão geral da questão relativa à inclusão do Imposto de Renda Retido na Fonte – IRRF e das contribuições do empregado e do trabalhador avulso na base de cálculo da contribuição previdenciária patronal, do RAT e da contribuição de terceiros.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">O Relator do recurso é o Ministro Luiz Fux, que se manifestou pela natureza infraconstitucional da matéria com a aplicação dos efeitos da ausência de repercussão geral da questão. O mesmo entendimento foi acompanhado pelo Ministro Edson Fachin.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">Para os Ministros, o Tribunal de origem (TRF4) solucionou a questão unicamente mediante a interpretação da legislação infraconstitucional (Lei nº 8.212/91), chegando&nbsp;à conclusão de que os valores ora questionados devem ser incluídos na contribuição previdenciária, SAT/RAT e de terceiros, pois esses devem incidir sobre o valor total das remunerações, considerado o valor bruto.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">Assim, entenderam não ser possível rever tal entendimento em sede de recurso extraordinário e propuserem a seguinte tese de repercussão geral: “</span><em style="font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">É infraconstitucional, a ela se aplicando os efeitos da ausência de repercussão geral, a controvérsia atinente à possibilidade de excluir os valores relativos ao imposto de renda da pessoa física e à contribuição previdenciária dos empregados e trabalhadores avulsos, retidos na fonte pelo empregador, da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal e das contribuições destinadas ao seguro acidente do trabalho e risco ambiental do trabalho (SAT/RAT) e a terceiros”.</em></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">Para o contribuinte, que ora recorre, as contribuições patronais (inclusive RAT e terceiros), devem incidir sobre a folha de salários e demais rendimentos do trabalho, razão pela qual o IRRF e a contribuição previdenciária custeada pelo empregado/autônomo não podem ser considerados como base de cálculo das contribuições pagas pelas empresas, por falta&nbsp;de aderência à base de cálculo definida pela Constituição. Afinal, tais valores são tributos devidos pelos trabalhadores pessoas físicas e retidos pela empresa por expressa determinação legal, não gozando de natureza remuneratória, eis que não são pagos aos trabalhadores e tampouco objetivam retribuir o trabalho prestado.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; background-color: var(--ast-global-color-5);">A análise de repercussão geral deve ser finalizada até o dia 16/06/2022</span></p>								</div>
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